Herói anônimo compra escravas sexuais no Iraque para devolvê-las à família !


Herói anônimo compra escravas sexuais 
no Iraque para devolvê-las à família !


   Um   iraquiano,  que   por   razões   de   segurança 
não   pode  ser   identificado,  vem  sendo  chamado 
de herói pela  mídia  cristã  alternativa  por  realizar 
algo ousado e perigoso. Mesmo arriscando sua vida, 
ele tem entrado em regiões  do  Iraque  controladas 
pelo    grupo    terrorista    Estado    Islâmico  (EI)  e 
comprado   meninas  cristãs,  muçulmanas  e  yezidi 
que são vendidas como escravas sexuais para  quem 
tiver dinheiro e interesse.
    Após   resgatá-las   ele as ajuda a reencontrar  suas 
famílias. No final do ano  passado, foi  divulgado  um 
vídeo onde ele aparece levando para casa uma jovem 
yezidi e a devolve para o pai. 
    A família não tinha noção de onde ela estava desde 
que fora sequestrada pelos soldados do EI.
    Não  há  detalhes  de quantas meninas ele já salvou, 
mas trata-se  de  uma  atitude  nobre, que  não  recebe 
atenção dos meios de comunicação de massa.
    Recentemente, o  portal  Gospel Prime divulgou em 
português uma  matéria  do  jornal  inglês  Daily  Mail mostrando    como   os    soldados   do  Ei   fazem  esse 
comércio.             Previsto pelo Alcorão na Sura 4:24, a 
prática   é  explicitada   em   tempos de guerra – como 
a que os soldados do EI acreditam estar lutando. 
    A maioria de suas prisioneiras são cristãs e yazidies, 
uma minoria religiosa do Curdistão.Uma  das  edições 
da    revista  online  Dabiq,  publicada  em  inglês  pelo 
EI justifica o uso de mulheres “infiéis”  como  escravas 
sexuais.         O  artigo  intitulado de  “A recuperação da 
escravidão antes da hora” afirma que o EI restabeleceu 
a escravidão em seu califado. Nos leilões, o preço varia. 
    Quanto mais nova, maior o valor pedido.

Veja o vídeo emocionante do reencontro de pai e filha:


                     




Fonte:     Post foi publicado originalmente no site Gospel Prime.
Por Vicente Carvalho | 4 de março de 2015
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