Rio de Janeiro... de Antigamente !

                  Rio de Janeiro... 
             de Antigamente !

AINDA NÃO IDENTIFIQUEI ESSA PRAIA - PRINCÍPIOS DE 1900 
                                                                                      (por Augusto Malta)



            BONDE - PRINCÍPIOS DE 1900 (por Augusto Malta)
Os bilhetes, ricamente ilustrados impressos nos EUA, 
eram conhecidos como “Bonds”, (bônus, ação). 
         A própria empresa  denominava  bond  tais  cupons, 
por entender que representava o compromisso assumido 
de, em troca, transportar o portador em de seus veículos. 
         Com o tempo o povo passou a denominar no próprio 
sistema carril de ferro urbano como bond, designação que 
mais tarde se consagrou com o neologismo “bonde”.


             AVENIDA RIO BRANCO - PRINCÍPIOS DE 1900 
                                                                  (por Augusto Malta)

                  A avenida Rio Branco é a antiga avenida Central.

                  Cruza o centro da cidade do Rio de Janeiro, sendo
principal marca da reforma urbana realizada pelo prefeito 
Pereira Passos no início do século XX.



        AVENIDA RIO BRANCO - ANTIGA AV. CENTRAL - 
                         PRINCÍPIOS DE 1900 (por Augusto Malta)

A avenida Central terminava na Praça Floriano Peixoto (hoje 
conhecida  como  Cinelândia), ao  redor  da  qual  se  erigiram 
vários edifícios  públicos  de  grande  valor  arquitetônico  que 
ainda existem: o Teatro Municipal, a Escola Nacional de Belas 
Artes ( hoje  Museu  Nacional  de  Belas  Artes) e  a  Biblioteca 
Nacional. No extremo da avenida foi erguido o Palácio Monroe, 
sede do Senado, infelizmente destruído em 1976.


                     LAPA, no início de 1900 (por Augusto Malta)

               O Aqueduto da Carioca, popularmente conhecido 

como os Arcos da Lapa, localiza-se no  bairro  da  Lapa, no 
Rio de Janeiro.

               Considerada como a obra arquitetônica  de  maior 
porte empreendida no  Brasil  durante  o  período  colonial, 
é  hoje  um  dos  cartões  postais  da  cidade,  símbolo  mais 
representativo do Rio Antigo preservado no bairro boêmio 
da Lapa.



CINELÂNDIA, COM VISTA DO TEATRO MUNICIPAL, no início de 1900 
                                                                           (por Augusto Malta)


                      LAPA, no início de 1900 (por Augusto Malta)

     O Aqueduto da Carioca, popularmente conhecido como 

os Arcos da Lapa, localiza-se no  bairro da Lapa, no Rio de 
Janeiro.

      Conservados   pelo   poder  público, em  nossos dias, os 
antigos   arcos  coloniais  servem  de  pano  de  fundo  para 
diversos eventos, como as festividades da Semana Santa e 
o tradicional Auto de Natal da cidade.


  CINELÂNDIA, COM VISTA DO TEATRO MUNICIPAL, 
no início de 1900 (por Augusto Malta)

  Teatro Municipal:
   em   1903, o   prefeito   Pereira  Passos, nomeado pelo 
presidente Rodrigues  Alves, retomou a idéia  e, a  15 de 
outubro  de 1903, lançou  um  edital  com  um  concurso 
para a  apresentação  de  projetos para  a  construção do 
Theatro Municipal.
         Encerrado o prazo do concurso, em março de 1904, 
foram  recebidos  sete   projetos.           Os dois primeiros 
colocados ficaram empatados:      o "Áquila", pseudônimo 
do   engenheiro   Francisco     de     Oliveira    Passos, e   o 
"Isadora",   pseudônimo   do    arquiteto    francês  Albert 
Guilbert,   vice - presidente da Associação dos Arquitetos 
Franceses.


CINELÂNDIA, COM VISTA DO TEATRO MUNICIPAL, 
                                 no início de 1900 (por Augusto Malta)


  CINELÂNDIA, COM VISTA DO TEATRO MUNICIPAL, 
                                   no início de 1900 (por Augusto Malta)




             PRAÇA 11 : A original Praça 11 de Junho (data da 
Batalha  de Riachuelo) existiu por mais de 150 anos até a 
década de 1940 e era delimitada  pelas  ruas  de  Santana 
(a leste), Marquês de Pombal (a oeste), Senador  Euzébio 
(ao norte) e Visconde de Itaúna (ao sul). 
      A princípio denominada de "Largo do Rocio Pequeno", 
tornou-se nas primeiras  décadas  do  século  XX, um  dos 
locais  mais  cosmopolitas  da    então  Capital  Federal,  ao 
abrigar famílias de imigrantes recém desembarcados. 
As etnias mais populares no entorno da Praça Onze  eram 
os negros (na maioria oriundos da  Bahia),  seguidos  pelos 
judeus de várias procedências.  Portugueses,  espanhóis  e 
italianos também eram numerosos.momento histórico.

       Na   década  de  1930, a Prefeitura do Distrito Federal 

planejou obras de modernização da região, o que  incluía  a 
construção de uma nova artéria rodoviária que melhorasse 
o acesso do Centro à Zona Norte.   Com isso, a Praça  11  de 
Junho   foi   notavelmente   reduzida.         Pelo   projeto,  os 
quarteirões entre as ruas  Senador  Eusébio  e  Visconde de 
Itaúna seriam demolidos para a abertura da nova  Avenida 
Presidente Vargas.    Em 1941,  começaram  as  demolições, 
que desalojaram centenas de famílias e que  acabariam  por 
derrubar    525    prédios,  entre  eles  algumas  construções 
históricas, como as igrejas de  São Pedro  dos  Clérigos  e  de 
São Joaquim— em rio de janeiro.

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